segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Rotting Christ: "Aelo" é o título do novo álbum da banda

Traduzido por Filipe Crosara | Em 29/11/09 | Fonte: Thegauntlet.com

A gravadora Season of Mist Records anunciou que a banda de black metal grega ROTTING CHRIST lançará seu novo álbum, intitulado "Aealo", em 15 de fevereiro na Europa e 23 de fevereiro na América do Norte.

O álbum irá sondar mais do que nunca as raízes gregas da banda. O vocalista Sakis explica: "Aealo é a transcrição de uma palavra grega antiga para o alfabeto latino. Significa batedura, catástrofe ou destruição e reflete o conteúdo musical e lírico do disco. O conceito de Aealo lida com os sentimentos de um guerreiro durante uma batalha, por isso o título do álbum tem esse sentimento de raiva, medo e dor".

domingo, 29 de novembro de 2009

AC/DC: banda ganha dois prêmios no Aria Awards

O AC/DC ganhou dois prêmios no Aria Awards na noite do dia 26 de novembro na Austrália. A banda foi premiada como "Melhor álbum de rock" e "Álbum mais vendido da Austrália". Também concorriam nas categorias "Álbum do Ano" e "Melhor Banda" que tiveram como vencedor a banda EMPIRE OF THE SUN. O prêmio foi anunciado por JIMMY BARNES e a banda o recebeu através de um link de TV em São Paulo, enviando uma breve mensagem para casa.

"Isso é muito amável. Muito obrigado", disseram eles.

A banda foi introduzida no ARIA Hall of Fame em 1988.

Whiplash.net - Heaven & Hell: Vinny Appice passa por cirurgia no ombro

O baterista Vinny Appice (HEAVEN & HELL, Dio, BLACK SABBATH) fará uma cirurgia no seu ombro direito nesta segunda, dia 30 de novembro, por causa de uma lesão que ocorreu durante a última turnê do HEAVEN & HELL.

"Você não pode encarar o público e tocar bateria noite após noite em um volume extremo", comentou Vinny que, com esta cirurgia, espera estar de volta às baquetas em cinco meses.

Vinny Appice é o terceiro componente do grupo que está com algum tipo de problema de saúde.

sábado, 28 de novembro de 2009

AC/DC - Intro/Rock N' Roll Train @ Morumbi, São Paulo, 27/11/09

Whiplash.net - AC/DC (Estádio do Morumbi, São Paulo, 27/11/09)

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E nesta sexta-feira (27/11/2009), num Estádio do Morumbi (São Paulo) tomado por mais de 65 mil fãs, o AC/DC conseguiu adicionar uma façanha em seu currículo já irretocável: até a chuva parou para vê-los e ouvi-los tocar. Precisa falar mais alguma coisa?

Como diria o poeta, "chovia a cântaros" na Zona Sul da capital paulista até por volta das 21h. Quem se encaminhava ao Morumbi, ou quem já estava no estádio à espera do show, foi castigado por uma chuva que não dava mostras de que poderia parar. Mas até São Pedro, o dono das chaves do Céu e comandante da grande central meteorológica da Terra, quis prestar o seu tributo ao AC/DC. Sim, pelas duas horas de espetáculo que viriam a seguir, não seria demais concluir que Angus Young e Cia. fizeram a chuva parar.

O primeiro – e único – show do AC/DC no Brasil após intermináveis 13 anos de espera tinha mesmo uma aura toda especial. Desde a batalha desumana para adquirir ingressos, comparável à vergonhosa venda de tíquetes para a turnê de Madonna em 2008, até o nosso inevitável ciúme em ver que a banda marcou três shows seguidos em Buenos Aires (2, 4 e 6 de dezembro, no estádio do River Plate) e apenas um no Brasil, tudo aumentava a expectativa para uma apresentação perfeita no Morumbi. Mas o final justificou todos os meios.

Se, por um lado, a escassez de datas no Brasil minou as oportunidades de milhares e milhares de fãs pelo país afora, a exclusividade do show em São Paulo transformou o Morumbi num bonito mosaico de sotaques. Desde o "paulistês" carregado do interior até os tons inconfundíveis de quem veio do Nordeste, era possível ouvir de tudo ao redor e dentro do estádio. Este cronista, por exemplo, teve a oportunidade de acompanhar um casal de amigos americanos ao show. Acostumados a grandes espetáculos em organizadas arenas de Chicago e Houston, eles se impressionaram (e também se assustaram, é verdade...) com o mundaréu de gente, com a civilizada baderna, com o trânsito simplesmente surrealista e com a devoção inflamada dos fãs brasileiros.

Mas falemos do show, que começou com espantáveis cinco minutos de atraso (nem dá para chamar isso de atraso). Às 21h35, os refletores se apagaram para revelar um mar de luzinhas vermelhas piscantes – as tiaras de chifrinhos vendidas a R$ 10 na porta do estádio, compradas por pelo menos um terço da platéia. Os telões, de resolução perfeita, começaram a exibir o desenho animado de abertura: uma aventura da banda dentro de um trem descontrolado e em altíssima velocidade – o "Rock N' Roll Train", música de abertura do álbum "Black Ice". Aos primeiros acordes das guitarras de Angus e Malcolm, uma gigante locomotiva abriu caminho no palco para mais um show do AC/DC.

"Não falamos bem 'brasileiro' (sic), mas falamos rock n' roll", disparou Brian Johnson ao saudar a platéia. Nem deu para rir com o erro macarrônico do simpático vocalista, pois "Hell Ain't a Bad Place to Be" e a espetacular "Back in Black" chegaram na sequência para tirar o fôlego da galera.

"Big Jack", a segunda das quatro músicas de "Black Ice" executadas, foi muito bem recebida e comprovou que os discos novos do AC/DC são trabalhados à perfeição – é por isso que a banda opta por hiatos de sete anos ou mais entre seus lançamentos recentes, em vez de se arriscar a soltar discos 'meia-boca' a cada dois anos (infelizmente, muitas boas bandas das antigas parecem ainda não ter aprendido esta lição...). "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" (uma das melhores músicas da noite), "Shot Down in Flames", "Thunderstruck" (igualmente maravilhosa) e "Black Ice" (outra novidade do repertório) arrebataram o público, que se divertia como nunca em um Morumbi já completamente sem chuva.

"Esta música é sobre uma vagabunda... ", anunciou Brian Johnson, entre risos e acordes distorcidos da guitarra de Angus. "Esta música se chama 'The Jack'", completou, para delírio da galera. Mostrando estar no espírito da música, uma das moças da platéia não teve dúvidas ao se ver no telão: levantou a blusa e exibiu o sutiã para todo o Morumbi apreciar.

Que tal uma pausa para respirar? Nunca... O sino gigante desceu ao centro do palco para anunciar, com suas badaladas inconfundíveis, que "Hells Bells" estava prestes a começar. Depois dela, "Shoot to Thrill" manteve as gargantas aquecidas e abriu caminho para a animada "War Machine", último petardo da lista de "Black Ice" no set atual.

Fazendo jus ao seu caráter épico, o show entrou na reta final com uma sequência de clássicos inesquecíveis: "Dog Eat Dog", "You Shook Me All Night Long" (cantada em uníssono) e "T.N.T." (pesada e arrebatadora). Ao chamar "Whole Lotta Rosie", Brian Johnson brincou: "Trouxemos uma antiga namorada para o show de hoje..." – foi a senha para uma gigante e corpulenta Rosie inflável, de provocantes luvas, sutiã e cinta-liga vermelhas, tomar forma montada na locomotiva do Rock N' Roll Train que adornava o palco. Para o fecho perfeito, um clássico atemporal: "Let There Be Rock", ilustrada por um emocionante videoclipe com imagens dos mais de 35 anos de carreira da banda e ainda emendada por um insano solo de quase 20 minutos de Angus Young. Sim, àquela altura do campeonato ele ainda era capaz de correr para todos os cantos do palco, provocando os fãs e dedilhando acordes distorcidos em sua guitarra.

É claro que ninguém arredou o pé do estádio diante do falso adeus de Brian Johnson. Poucos minutos depois, um alçapão esfumaçado se abriu no meio do palco para mostrar Angus Young saindo direto da estrada do inferno: "Highway to Hell" abriu o bis com toda a autoridade possível. Lindo, mas também triste, pois todos sabiam que o show chegava ao fim, foi ver os canhões se posicionando ao som das notas de "For Those About to Rock". Execução perfeita, salva de tiros e muita ovação marcaram a despedida de Angus, Malcolm, Brian, Cliff Williams e Phil Rudd. Acabou? Não exatamente: uma queima de fogos estonteante foi a cereja do bolo de um show que beirou a perfeição. Não foi à toa que até a chuva pagou tributo e ficou calada durante todo o restante da noite.

Se o AC/DC saúda todos que curtem rock n' roll, o Brasil teve o privilégio de saudar, mais uma vez, uma das melhores e mais respeitadas bandas de todos os tempos. Tivesse São Paulo recebido mais shows do AC/DC ao longo dos anos, talvez o apelido de "Terra da Garoa" nem existiria.

AC/DC – São Paulo (Morumbi) – 27/11/2009

Rock N' Roll Train
Hell Ain't A Bad Place To Be
Back In Black
Big Jack
Dirty Deeds Done Dirt Cheap
Shot Down In Flames
Thunderstruck
Black Ice
The Jack
Hells Bells
Shoot To Thrill
War Machine
Dog Eat Dog
You Shook Me All Night Long
T.N.T.
Whole Lotta Rosie
Let There Be Rock
(Bis)
Highway To Hell
For Those About To Rock (We Salute You)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

AC/DC: grupo de fãs já está acampado no local do show

um grupo de fãs já está acampado em frente ao estádio do Morumbi, em São Paulo, para garantir um bom lugar para ver o AC/DC.

Além dos itens básicos de todo roqueiro, como camisetas pretas e coturno, as pessoas que estão acampando lá trouxeram também um kit de sobrevivência com guarda-chuvas, comida, casacos, e água.

O show está previsto para começar às 21h30, logo após a abertura de Nasi e Andreas Kisser e pra quem não conseguiu ingressos, uma péssima notícia: não haverá ingressos disponíveis nas bilheterias.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Cinderella: Tom Keifer fala sobre a banda e disco solo

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O site Metalzone.gr recentemente conduziu uma entrevista com o vocalista Tom Keifer, do CINDERELLA. Veja abaixo algumas partes da matéria.

O CINDERELLA está voltando?

Tom: "Nós nunca fomos realmente embora. Estávamos dando uma espécie de tempo porque eu prejudiquei minha voz há uns anos atrás e estava tentando reabilitar minhas cordas vocais e treinando-a de volta ao que era para que pudesse estar apto pra fazer um show do CINDERELLA de novo. Eu pensei que isso aconteceria no verão de 2008 mas tivemos que cancelar a turnê porque eu havia prejudicado novamente minha voz. Desde esse período estou trabalhando pra tentar ficar forte novamente, e agora estou orgulhoso em dizer que estou forte e estamos pensando em voltar à estrada em 2010".

Você está preparando um disco solo?

Tom: "Sim. Estive trabalhando no meu disco solo por aproximadamente 4 anos. Estive trabalhando paralelamente e nas turnês do CINDERELLA além da minha vida em geral. Está sendo um trabalho em progresso por 4 anos e, estou num ponto que estou finalizando o disco agora. Estou muito feliz com isso. Estive cortando algumas coisas, mixando algumas músicas, retrabalhando coisas e reajeitando coisas e por enquanto, agora, eu acho que finalmente o disco chegou no ponto que eu queria".

O que nós devemos esperar do disco? Como soa? Como você o descreveria?

Tom: "É bem parecido com a música do CINDERELLA porque, sendo o principal compositor e vocalista principal, e também como fiz muitos trabalhos guitarristicos no CINDERELLA, o estilo acaba vindo neste disco. Então é definitivamente um disco de hard rock mas contém algumas dinâmicas também, o jeito que os discos do CINDERELLA são, e tem muitas músicas pesadas mas também tem baladas e algumas músicas acústicas. Ele tem altos e baixos que te levam a um passeio pelo álbum, então..."

Guns N´Roses: turnê na América do Sul entre março e abril

Nesta manhã foi (finalmente) atualizado o web site oficial do GUNS N'ROSES com as datas dos proxímos shows da banda, que vão fazer parte da Chinese Democracy World Tour.

Dentre o que foi anunciado, muito nós já sabemos, como os shows pela Ásia e a turnê no Canadá, porém, para a surpresa de muitos, mais uma ' mini-turnê' foi anunciada, agora na América do Sul.

11/12/09 - Taipei, Tawain
13/12/09 - Seul, Coréia do Sul
16/12/09 - Osaka, Japão
19/12/09 - Tokyo, Japão
13/01/10 a 04/02/10 - Canadá
10/03/10 a 10/04/10 - América do Sul

O GUNS N'ROSES ficará um mês em nosso continente, e o Brasil com certeza não ficará fora dessa. Segundo entrevista recente de um promotor, os shows aconteceriam em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife.

Dio: diagnosticado com início de câncer no estômago

Aqui segue a última atualização feita por Wendy Dio no site oficial do vocalista.

"Ronnie foi diagnosticado com início de câncer no estômago. Nós vamos começar o tratamento imediatamente na clínica Mayo. Depois de matar esse dragão, Ronnie voltará aos palcos, fazendo o que ele mais ama, tocando para os seus fãs.

Obrigado a todos os amigos e fãs de todo o mundo que mandaram as suas boas vibrações. Isto tem realmente ajudado a elevar o seu astral.

Vida longa ao Rock and Roll, Vida longa a Ronnie James Dio."

Jimmy Page: músico fará show beneficente no Rio de janeiro

O eterno guitarrista da banda Led Zeppelin, Jimmy Page, estará na Escola Britânica, no Rio de Janeiro, neste sábado para realizar um show beneficente em prol da Casa Jimmy, instituição que ajuda jovens carentes e adolescentes grávidas, em Santa Teresa.

Page se apresentará ao lado de Pepeu Gomes, George Israel, do Kid Abelha, e bandas formadas por alunos da escola, no auditório da British School, na Urca, às 16h. Os ingressos para esta apresentação variam de R$ 100 (em pé) e R$ 200 para lugares sentados.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Fear Factory inaugura novo site e MySpace

A banda norte-americana Fear Factory, que se apresentará pela primeira vez no Brasil no dia 4 de dezembro (sexta-feira) no Espaço Lux, em São Bernardo do Campo (SP), acaba de inaugurar seu novo site (www.fearfactorymusic.com) e MySpace (www.myspace.com/fearfactory).

O grupo também fechou contrato com a gravadora Candlelight para o lançamento do novo CD, "Mechanize", que tem lançamento previsto para dia 9 de fevereiro. O primeiro single, "Powershifter" já está disponível para audição no MySpace.

Para o primeiro show da nova tour, que acontecerá justamente no Brasil, Burton C. Bell (vocal), Dino Cazares (guitarra, Brujeria, Asesino, Excruciating Terror), Byron Stroud (baixo, Strapping Young Lad e Zimmer's Hole) e Gene Hoglan (bateria, Strapping Young Lad, Dark Angel, Death, Testament e outros) prometem um set poderoso, recheado de clássicos e com muitas surpresas.

Serviço - Fear Factory:
Data: 4 de dezembro (sexta-feira)
Local: Espaço Lux
Endereço: rua Antônio Luís Valério, 93 - Centro, São Bernardo do Campo/SP
Fones: (11) 4339-4903 / 4339-3613
Preço de ingresso: R$ 80
Ingressos à venda nas lojas Lady Snake, Mutilation, Consulado do Rock – Galeria do Rock (Rua 24 de maio, 62 – Centro/SP) –, Reference Music (Teodoro Sampaio 806, em São Paulo; e Santo André/SP, à rua Álvares de Azevedo, 163) e no Espaço Lux
Ingressos pela internet através da Ticket Brasil: www.ticketbrasil.com.br
Abertura: 20h
Censura: 16 Anos

Sites relacionados:
www.fearfactorybrasil.com.br
www.myspace.com/fearfactory
www.fearfactorymusic.com
www.tgrprod.com.br
www.espacolux.com.br
www.facebook.com/fearfactory
www.ticketbrasil.com.br/fear-factory-espaco-lux.html

25/11/1969:Há 40 anos atrás John Lennon devolve sua MBE para a Rainha Elizabeth como protesto

Em 25/11/1969: John Lennon devolve sua MBE para a Rainha Elizabeth, como protesto pelo envolvimento da Inglaterra com a guerra entre Nigéria e Biafra, como também pelo país oferecer apoio politico ao Estados Unidos e suas posições em relação a guerra do Vietnã. Para tirar um pouco a excessiva seriedade da sua carta protesto, Lennon adicionou a lista, a má recepção de "Cold Turkey" nas paradas de sucesso.

Bon Jovi: grupo está lançando novo DVD ao vivo

BON JOVI e sua trupe estão lançando o DVD “Live at Madison Square Garden”, novo trabalho ao vivo. O DVD traz a última apresentação da banda, em 2008, durante a Lost Highway Tour.

O DVD também terá versão em Blu-Ray, que traz um documentário com entrevistas, cenas gravadas durante as viagens e outras curiosidades sobre o grupo de bônus. Confira as músicas:

01. Lost Highway
02. Born To Be My Baby
03. Blaze of Glory
04. It's My Life
05. Keep The Faith
06. Raise Your Hands
07. Living In Sin
08. Always
09. Whole Lot of Leavin'
10. In These Arms
11. We Got It Going On
12. I'll Be There For You
13. (You Want to) Make A Memory
14. Blood On Blood
15. Dry County
16. Have A Nice Day
17. Who Says You Can't Go Home
18. Hallelujah
19. Wanted Dead or Alive
20. Livin' On A Prayer

Bonus:
01. You Give Love A Bad Name
02. Runaway
03. Bed of Roses

Soulfly: álbum pode ter filhos de Max e cover do Sepultura

O SOULFLY entrou no estúdio Edge of the Earth em Hollywood, no dia 6 de Novembro, com o produtor Logan Mader (MACHINE HEAD, DIVINE HERESY, CAVALERA CONSPIRACY, GOJIRA, DEVILDRIVER) para começar a gravar seu novo álbum, que deve levar o nome de "Omen", e ser lançado no início de 2010. Confira logo abaixo um vídeo das gravações.

As faixas do CD e possíveis bônus, que contam com a participação de Igor e Zyon, filhos de Max Cavalera, tocando covers de Sepultura e EXCEL, são as seguintes

* Bloodbath And Beyond
* Soulfly VII
* Off With Their Heads
* Omen
* Rise Of The Fallen
* Great Depression
* Apocalyptic Clash
* Vulture Culture
* Lethal Injection
* 7 Daggerz

Faixas bônus / Lado B:

* Four Sticks (LED ZEPPELIN)
* Refuse/Resist (SEPULTURA; contando com Zyon, filho de Max, na bateria)
* Your Life, My Life (EXCEL; contando com Igor, filho de Max, na bateria)



terça-feira, 24 de novembro de 2009

18 anos sem Freddie Mercury - † 24/11/1991 †

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Em 24/11/1991: Freddie Mercury, vocalista do Queen, morre aos 45 anos de idade. Faziam alguns meses que circulavam rumores que Freddie estava com AIDS, mas o vocalista só assumiu oficialmente a doença que o mataria no dia 23 de novembro, menos de 24 horas antes de falecer.

Freddie Mercury nasceu na cidade de Stone Town, na ilha Zanzibar, à época colônia britânica, hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental. Seus pais, Bomi Bulsara e Jer Bulsara, eram indianos da religião zoroastriana. Mercury foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Mumbai, na Índia, onde deu seus primeiros passos no âmbito da canção, ao ter aulas de piano. Foi na escola que ele começou a ser chamado "Freddie" e, com o tempo, até os seus pais passaram a chamá-lo assim.

Depois de se formar em sua terra natal, Mercury e família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra, devido a uma revolução iniciada em Zanzibar. Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em Design Gráfico e Artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, ao Freddie projetar o famoso símbolo da banda.

Algo que poucos fãs sabem é que, na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sítios na internet.

Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.

Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar Queen. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual) e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida. Mary inspirou Freddie na música "Love of My Life", de acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de banda, sendo Mary acima de tudo o verdeiro amor dele.

Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love", "Love of My Life" e "We Are the Champions"; hinos eloquentes e de estruturação extraordinária. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se a marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o público nos shows tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e principalmente (enchendo estádios de todo o mundo) nos anos 80.

Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público.

Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, o que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa, chamada de Garden Lodge. Sua morte causou repercussão e tristeza em todo o mundo. A casa de Freddie Mercury, passada por testamento à sua ex-namorada, Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época e continua a receber até hoje.

O corpo de Freddie Mercury foi cremado e por isso infelizmente não existe túmulo para homenageá-lo.

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Em 25 de novembro de 1992, foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie), em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.

Os membros remanescentes do Queen fundaram uma associação de caridade em seu nome, a The Mercury Phoenix Trust, e organizaram, em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente The Freddie Mercury Tribute Concert, para homenagear o trabalho e a vida de Freddie.